REVISTA BUCHO RUMINANTE

Bucho Ruminante - Edição 4

Chegamos à Bucho Ruminante Número 4


0,1,2,3,4...
Nossa quinta revista, pois quando se trata de Bucho, o zero vale UM.
5+4 = 9. Que venha 2019... ao menos riscando os fósforos como sinal de que não desertamos do nosso posto.
Esperamos que esta revista possa conter epigramas artístico-sociais no cotidiano da modernida[DETOX]ica.
Nossa capa, mais um experimento gravido de intenções.
Que a ampulheta do tempo que nos é dado para viver possa ser revirada quantas vezes for necessário. Que haja tempo e ações para evitarmos o colapso ambiental e subjetivo que tem sido construído pelas opções muitas vezes banhadas pelas águas do equívoco.
EMERGÊNCIA
No índice convidamos todas as pessoas a brincar de submergir, buscando nas voltas à superfície o oxigênio necessário para novas jornadas. Que possamos aprender o famoso Baleiês.
Esperamos que gostem da seleção de fotos, que podem ser pequenos indicativos de por onde estamos a passear.
Nós e todas as coletividades que nos acompanharam em
dois festivais retratados aqui na Bucho, a saber:
III Feira de Opinião
I Festival Teatro de Monhangokaracy
Junto às colaborações que vão para além da coletividade antropofágica. Como a presença de uma entrevista de fôlego com Dulce Muniz, e suas décadas dedicadas à arte efêmera que gera grande parte do substrato dessa revista.
Agradecemos todas as colaborações musicovisotextuais antropocamaradofágicas, as quais temos certeza, poderão fomentar debates acerca do fazer teatral e do sentimento de plenitude que temos ao compartilhar palavras, imagens, fotografias e partituras.
Ademais seguimos caminhando. Com as emergências e urgências que se tornam a cada dia mais imprevisíveis, mas que jamais conseguirão extinguir nossa capacidade de imaginar e construir outros projetos para a humanidade.
Não abracemos a desesperança, que pensamos ser um desvio da nossa vontade de caminhar.
E, por último, Bucho Ruminante é uma publicação bastarda.
Bom apetite!

Capa Bucho Ruminante 4.png

Bucho Ruminante - Edição 3

Chegamos à Bucho Ruminante Número 3

 

0,1,2,3...

Nossa quarta revista pois quando se trata de Bucho, o zero vale UM.

4+3=7 com o UM que sobrou acima 17.
Nós, idos de 2017, cem anos depois do que se passou em 1917...
Continuamos riscando nossos fósforos, em sinal de que não desertamos de nosso posto...

Comecemos pela capa, nosso Bololôbabel especialmente confeccionado para nosso baile de debutante... a nal já temos 15 anos de Antropofágica... 4 anos de Bucho... ao fim, nossa última imagem, as rodas-fragmento de nossas máquinas, reminiscências de tantas outras...

Esperamos que na roda-viva do cotidiano esta revista possa ser um tantinho de descanso na labuta... um tantinho de poesia azedando o caldo dos arautos da censura ...

No índice convidamos a todos que se deixem ser guiados pelo Ornitorrinco, ele poderá dizer onde cada coisa está... com ele veremos grandes novidades como a Song Bucho, nossas partituras para quem quiser desfrutar de leituras musicais... para aqueles que se mantém atentos a ouvir sem preconceito cantaremos sempre.

A parte de diversão com caça palavras, horóscopo, classi cados, nosso agit-prop pílulas epigramáticas de crítica social...

AMOR HUMOR

Nós, Feios, Sujos e Malvados, em um exercício coletivo de pensar a forma revista... Por último, Bucho Ruminante é uma publicação Bastarda.
Bom apetite!

Bucho Ruminante - Edição 2

Chegamos à Bucho Ruminante Número 2
0,1,2...
Primeiro desejamos que esta revista, se chegou a sua mão, possa ser um respiro nos enforcamentos da labuta cotidiana.
A luta desta Revista na verdade começou em 2013 quando lançamos a Número Zero, em seguida em 2014 a Número 1. Agora em 2015, nos 15 minutos finais do segundo tempo, apresentamos a vocês a terceira revista: a Número 2. Apesar das datas, a Bucho não é uma revista propositalmente anual, mas sim uma revista que aparece quando temos o que falar e condições materiais de realizá-la.
Nós: Feios, Sujos e Malvados, queremos mostrar um pouco de nossa imersão no trabalho de pensar a forma revista.
Neste número temos uma série de “coincidências” que envolvem o número dois.
Duas entrevistas com dois cineastas brasileiros: Adirley Queirós e Rodrigo Aragão.
Dois textos dramatúrgicos de dois autores a plenos pulmões na criação contemporânea. 
Textos estes levados à cena, este ano, pela Antropofágica.
Duas páginas com uma lenda, com dois personagens que voltam a povoar as páginas desta revista.
E muitas outras coincidências serão apresentadas nas páginas subsequentes.
A Bucho Ruminante é uma revista que não pretende esconder as especificidades de ser feita coletivamente por um grupo de teatro: um passeio que advém de nossa necessidade de dizer no papel.
Por conta disso, a Bucho é uma revista que tem a predominância de temas e assuntos ligados à arte. O que não exclui nosso movimento de continuar pensando/criticando.
Nossa capa é um pequeno exercício que tem intenções. Temos nela uma grande cadeira por onde perpassam episódios artísticos e sociais de um ponto de vista poético. Esta IMENSA cadeira contém também nosso salve de apoio aos estudantes, que hoje resistem aos processos de precarização do ensino e da vida.
Por último: Bucho Ruminante é uma publicação bastarda.
Bom apetite!

Bucho Ruminante - Edição 1

Chegamos ao número UM. Com jeito de dois. E preço zero. Na primeira Bucho (edição número zero), fizemos um apanhado da história da Antropofágica. Passamos em revista nossos erros e acertos. Nesta edição, o espaço e tempo giraram para outros grupos. Trata-se de uma edição especial. Antes que todos comecem a despargir pela verrina ... Fomos ao Boal. O que pensa você do Brasil de hoje? Dossiê da Feira. Convidamos os grupos a ruminarem juntos. O dossiê foi escrito a centenas de mãos. Mas cada cabeça, uma sentença. Os grupos e artistas tiveram liberdade de expressão em seus registros e impressões sobre a II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião. Ajuntamento tribal dos grupos de esquerda, luta, combate, enfrentamento, anticapitalistas, contra-hegemônicos, anti-mercadoló- gicos (ou outra alcunha mais ao gosto do freguês: cada cabeça, uma sentença). Todo abismo é navegável a barquinhos de papel. Há ainda as cruzadas, o cartaz de Mahagonny-Marragoni, uma entrevista com o ator Renan Rovida (conce- bida e elaborada especificamente para os atores em formação das Oficinas do Ator Antropofágico e a todos os jovens iniciantes em teatro), a fábula do Jujuba, o índice-rã (essa é pra você, Oswald!). Na capa, a Torre de Babel ou a Babelização: primeiro a barriga, segundo vem amar, terceiro vem a briga...beber em quarto lugar. Fique bem compreendido, aqui é tudo permitido. Só que não. E, por último, Bucho Ruminante é uma publicação bastarda.

Bom apetite!

Bucho Ruminante - Edição Zero

Este é o número zero de uma revista da Antropofágica. Nosso maior erro. Viva a contribuição milionária de todos os erros. Esta é uma revista anti-patrulha. Ela pretende ser o que quer (no sentido de necessidade). Pois foi a melhor forma de colocarmos à prova (no sentido culinário) pedacinhos de nós. Ser revista porque nos permite maior liberdade de formas e conteúdos. A novidade do material e do procedimento nos é indispensável. Uma revista para ser ruminada. Passar em revista os 10 anos da Antropofágica. Uma revista que visa servir entrada, prato principal e sobremesa. Uma revista de classe. Ruminar, voltar à boca o alimento para nova mastigação. Ter um bucho ruminante. Todos os alimentos depois de triturados, misturados, voltam para nova mastigação. Seguimos ruminando. O bucho ruminante (que arreganha a dentuça) declara guerra à tendência geral que considera ruminar perda de tempo. Revisitar e andar em espiral. Por último, Bucho Ruminante é uma publicação Bastarda. 
Bom Apetite!

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