FEIRA ANTROPOFÁGICA DE OPINIÃO

III  Feira Antropofágica de Opinião (2018)

Companhia Antropofágica promove III Feira Antropofágica de Opinião na Oficina Cultural Oswald de Andrade

 

Cerca de 40 coletivos culturais participam de encontro artístico inspirado na Primeira Feira Paulista de Opinião de 1968 dirigida pelo idealizador do Teatro do Oprimido, Augusto Boal.

 

Feira Antropofágica de Opinião celebra 90 anos do Manifesto Antropófago, 50 anos da Primeira Feira Paulista de Opinião e o bicentenário de Karl Marx.

 

De 31 de maio a 02 de junho a Companhia Antropofágica de Teatro ocupa a Oficina Cultural Oswald de Andrade – instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo gerenciada pela Poiesis – com a III Feira Antropofágica de Opinião, um grande festival em que se reunirá mais de quarenta coletivos culturais e grupos teatrais brasileiros para refletir artisticamente sobre a atualidade do Brasil.

 

“O que Pensa Você do Brasil de Hoje?” - Foi com esse questionamento que Augusto Boal - idealizador do Teatro do Oprimido - reuniu em 1968 importantes artistas da época que foram chamados a responder essa pergunta, originando um espetáculo coletivo que se tornou um marco histórico da arte socialmente engajada: a Primeira Feira Paulista de Opinião.

 

O espetáculo produzido em 1968 pelo Teatro de Arena com direção de Augusto Boal, a Primeira Feira Paulista de Opinião reuniu alguns dos mais atuantes dramaturgos do período, como Lauro César Muniz, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Jorge Andrade e Plínio Marcos, atrizes como Aracy Balabanian, Cecília Thumim Boal e Myriam Muniz, além de compositores como Edu Lobo, Caetano Veloso, Ary Toledo, Sérgio Ricardo e Gilberto Gil. Todos esses artistas criaram obras em torno da seguinte questão: “O que pensa você do Brasil de hoje?” Naquele momento a montagem uniu a categoria teatral paulista e carioca na luta contra as ações autoritárias da Censura.

 

Cinquenta anos depois, inspirados por este espetáculo, a Companhia Antropofágica se prepara para realizar a terceira edição da Feira Antropofágica de Opinião, um encontro festivo de artistas dedicados em suas mais variadas propostas estéticas, à apreensão crítica da realidade brasileira. A mesma intenção de 1968, porém colocada para nossos tempos.

 

Com três dias de duração, a III Feira Antropofágica de Opinião deste ano representa um triplo aniversário. Além dos 50 anos da Primeira Feira Paulista de Opinião, esta edição marca os 90 anos do Manifesto Antropófago - obra de Oswald de Andrade que é uma das referências no processo artístico da Companhia Antropofágica. E celebra ainda o bicentenário de nascimento do filósofo e sociólogo Karl Marx.

 

Com edições anteriores realizadas no Tendal da Lapa e Memorial da América Latina, a escolha do local desta edição, a Oficina Cultural Oswald de Andrade, se deu propositalmente por conta desta celebração.

 

Intervenções artísticas serão desenvolvidas pela Antropofágica junto a alguns dos artistas convidados tendo como mote o manifesto de Oswald de Andrade, e apresentadas ao longo dos três dias da Feira, que contará com artistas, coletivos e pensadores de diversas linguagens (teatro, música, cinema e artes visuais) reunidos para uma reflexão social sobre a atual situação do Brasil através da criação artística.

 

Um ciclo de palestras e debates foi realizado em março como uma espécie de aquecimento da feira. Nomes como Maria Sílvia Betti (professora doutora da USP) e Jean Tible (professor doutor do DCP-USP), se reuniram com participantes desta edição da feira para refletir sobre temas relacionados a essa edição como o Panorama dos 50 Anos da Feira Paulista de Opinião.

 

Entre os nomes confirmados para esta edição da Feira estão: Arlequins Grupo de Teatro (Guarulhos), Brava Cia, Cia. do Feijão, Cia. dos Inventivos, Cia. Estável, Cia. Estudo de Cena, Cia. Les Commediens Tropicales, Cia. Teatral Boccaccione (Ribeirão Preto), Cia. Teatral Os Satyros, Cia. Teatro Documentário, Cia. Teatro dos Ventos (Osasco), Coletivo de Galochas, Dolores Boca Aberta, Engenho Teatral, Grupo Buraco D’Oráculo, Grupo Clariô de Teatro (Taboão da Serra), Grupo Pandora de Teatro, Grupo Redimunho de Investigação Teatral, Grupo Rosa dos Ventos (Presidente Prudente), Kiwi Cia de Teatro, Mamulengo da Folia (Guararema), Núcleozonautônoma (Santo André), Teatro da Neura (Suzano), Elaine Guimarães, Quem, Nós?, Coletivo Tela Suja Filmes, Coletivo Zagaia, Alípio Freire, Cássio Brasil e Coletivo Mirante, entre outros.

 

Além da própria continuidade do fórum artístico que a Feira tem se tornado, a intenção é que seja estabelecido um diálogo importante com o atual momento histórico do país. A população será convidada a participar deste espaço de encontro e debate sobre a sociedade em que vivemos.

 

 

III Feira Antropofágica de Opinião – Entrada Gratuita

Local: Oficina Cultural Oswald de Andrade - Rua Três Rios, 363 - Bom Retiro, São Paulo - SP, 01123-000

Data: 31 de Maio, 1 e 2 de Junho de 2018

Horário: 14h00 as 22h00

Entrada Gratuita

Classificação Livre

Mais informações: 11 38710373 / contato@antropofagica.com

 

Ficha Técnica

Realização: Companhia Antropofágica

Direção Geral e Artística: Thiago Reis Vasconcelos

Direção de Produção: Flávia Ulhôa e Maria Tereza Urias

Direção Administrativa: Alessandra Queiroz e Renata Adrianna

Coordenação Musical: Lucas Vasconcelos

Coordenação de Produção: Ruth Melchior

Coordenação e Projeto Cenográfico: Lívia Loureiro

Coordenação de Iluminação: Renata Adrianna

Coordenação de Palco: Alessandra Queiroz, Flávia Ulhôa e Maria Tereza Urias

Coordenação de Registro Audiovisual e Fotográfico: Alan Siqueira

Mestres de Cerimônia: Martha Guijarro e Rafael Graciola

Equipe de Produção: Deborah Hathner, Fabi Ribeiro, Giovanna Perasso, Mauro Brito e Suelen Moreira

Equipe de Sonoplastia: Bruno Miotto e Bruno Motta

Equipe de Cenografia: Adonis Rossato e Jaques Cardeal

Equipe de Iluminação: Rafael Frederico

Equipe de Registro: Clayton Lima, Danilo Santos e Lucas Guerra

Equipe de Apoio de Produção e Técnica: Alexei Boris, Daniel Arantes, Daniel Solnik, Debora Xavier, Gabriel Vasconcelos, Gabriela Jennifer, Gabriela Morais, Kakau Gusmão, Laura Soares e Matheus Houk

Assessoria de Imprensa: Luciana Gandelini

 

 

II Feira Antropofágica de Opinião (2015)

Encontro artístico inspirado na feira de 1968 que foi dirigida pelo idealizador do Teatro do Oprimido Augusto Boal. Seguiu com o questionamento: “O que Pensa Você do Brasil de Hoje?”

Foram 40 grupos de teatro em quatro dias de eventos. Músicos, poetas, artistas plásticos e coletivos de cinema. Todos em torno de uma pergunta: “O que Pensa Você do Brasil de Hoje?” Este também foi o mote da II Feira Antropofágica de Opinião produzida pela COMPANHIA ANTROPOFÁGICA, no evento que aconteceu de 04 a 07 de junho de 2015, das 14h às 22h, no Memorial da América Latina, na Barra Funda, São Paulo.

Com direção geral de THIAGO REIS VASCONCELOS, a II Feira Antropofágica de Opinião pretendeu discutir – por meio de diversos segmentos artísticos – o cenário sociopolítico do Brasil atual. Foram intervenções artísticas com teatro, música, cinema, poesia e artes plásticas. Três palcos  reservados às apresentações teatrais com encenações de 15 a 30 minutos. As apresentações musicais ocorrerão em um palco específico. Já a projeção de audiovisuais aconteceu ao ar livre, podendo ser vista de diversas partes do evento. Pensar é compreender. Logo, a ANTROPOFÁGICA provoca os artistas a darem suas compreensões e respostas a este questionamento. Por sua vez, instigar o público a refletir sobre este Brasil contemporâneo. Assim, trazer uma reflexão como uma função social da arte.

Como inspiração, está a Primeira Feira Paulista de Opinião, que aconteceu em 1968. Organizada pelo Teatro de Arena, com direção geral do ensaísta e dramaturgo AUGUSTO BOAL (1931-2009), aquele evento aconteceu quando entrou em vigor o Ato Institucional nº 5 (AI-5), que marca o período mais duro da ditadura militar (1964-1985). Para driblar a censura, acontecia em teatros, cujos diretores com peças em cartaz, cediam uma parte do seu tempo para a feira. Nomes das artes cênicas como GIANFRANCESCO GUARNIERI (1934-2006), LAURO CÉSAR MUNIZ, BRÁULIO PEDROSO (1931-1990), PLÍNIO MARCOS (1935- 1999), entre outros, e da música como GILBERTO GIL, CAETANO VELOSO, SÉRGIO RICARDO, EDU LOBO, e artistas plásticos, como NELSON LEIRNE, participaram da empreitada.

REMASTERIZADA – Como comenta a psicanalista e atriz CECÍLIA BOAL, viúva do dramaturgo, “uma feira itinerante e cigana, que se tornou uma romaria”. Cecília participou da mesa de abertura da feira 2015. Em fevereiro de 2014, a Companhia Antropofágica retoma a ideia dos seus idealizadores com a mesma pergunta norteadora de Boal: “O que Pensa Você do Brasil de Hoje?”.

Assim, acontecia a II Feira Paulista de Opinião, que dava lugar à I Feira Antropofágica de Opinião, que aconteceu no Espaço Cultural Tendal da Lapa. Desta vez, com a impressão digital da COMPANHIA ANTROPOFÁGICA, fundada em 2002, com o conceito de brasilidade do Manifesto Antropófago e da Semana de Arte Moderna de 1922. Entre outras atividades, a reedição da feira contou com palestras e a presença de participantes da feira de 1968. Contou também com a reapresentação do livro Teatro do Oprimido [Augusto Boal, Cosac Naify].

TEATRO DE ESQUERDA – Idealizador do Teatro do Oprimido e integrante do Teatro de Arena, Boal via as artes cênicas como espaço para a atuação política, libertária e transformadora. Suas técnicas dramáticas mostram que teatro é ação. Logo, o espectador também pode ser sujeito atuante do processo cênico. Suas ideias dialogam com o pensamento e a obra de PAULO FREIRE (1921-1997) na sua Pedagogia do Oprimido.

Segundo o diretor THIAGO REIS VASCONCELOS, nos últimos 20 anos, o chamado teatro de grupo aponta modificações expressivas para a linguagem teatral. “Este fenômeno recente tem fortes ligações com grupos de outras épocas, além de manter um diálogo vivo e constante com as outras linguagens artísticas”, compara.

CICLO DE ABERTURA– Como preparativo do evento, a Antropofágica realizou debates teóricos abertos aos artistas que participarão da feira, bem como do público. Como debatedores estavam presentes o filósofo PAULO ARANTES, professor aposentado da Universidade de São Paulo (USP), e a professora de sociologia da Fundação Getúlio Vargas (FGV) SILVIA VIANA. Segundo os organizadores, o objetivo dos debates é despertar o pensamento crítico em torno da pergunta/tema para o processo de criação artística.

A programação completa da II Feira Antropofágica:

04 de Junho de 2015

14h00 - Karroça Antropofágica
14h30 - Abertura com Cecília Boal
15h00 - Grupo OPNI / Clara Ianni
15h30 - Companhia Estudo de Cena
16h00 - Fraternal Companhia de Arte e Malas-Artes
16h30 - Núcleo Bartolomeu de Depoimentos
17h30 - Teatro dos Ventos
18h00 - Companhia Antropofágica
18h30 - Núcleo Sem Drama
19h00 - Wanderley Martins
19h30 - Companhia Estudo de Cena
20h00 - Kiwi Companhia de Teatro
20h30 - Pessoal do Faroeste
21h00 - Folias D`Arte
21h30 - Grupo Rima Fatal da Leste

05 de Junho de 2015

14h00 - Grupo Pandora de Teatro
14h30 - Cia do Tijolo
15h00 - Núcleo Pavanelli
15h30 - Cia Teatral Boccaccione
16h00 - Grupo Rosa dos Ventos

16h30 - Cia Humbalada
17h00 - Mamulengo da Folia
17h30 - Companhia Ocamorana
18h00 - Mariana Moreira
18h30 - Coletivo de Galochas
19h00 - Coletivo Zagaia
19h30 - Cia dos Inventivos
20h00 - Companhia Antropofágica
20h30 - Teatro de Narradores
21h30 - Grupo Odisséia das Flores

06 de Junho de 2015

14h00 - Teatro VentoForte
14h30 - Grupo Teatral Parlendas
15h00 - Coletivo Território B
15h30 - Grupo Redimunho de Investigação Teatral
16h00 - Arlequins Grupo de Teatro
16h30 - Coletivo Cê
17h00 - Núcleo 184
17h30 - Grupo Sem Fronteiras de Teatro do Oprimido
18h30 - Cia São Jorge de Variedades
19h00 - Coletivo Tela Suja Filmes
19h30 - Brava Companhia
20h00 - Grupo Clariô de Teatro
20h30 - Cia Estável
21h00 - Companhia do Feijão
21h30 - Sérgio Ricardo

07 de Junho de 2015

14h00 - Companhia Antropofágica
14h30 - Teatro da Neura
15h30 - Bando Trapos
16h00 - Grupo Buraco d`Oráculo
16h30 - Satyros
17h00 - Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes
17h30 - Cia Artehúmus de Teatro
18h00 - Alípio Freire
18h30 - Pombas Urbanas
19h00 - Coletivo Cinefusão
19h30 - Cia Teatro Documentário
20h30 - Juh Vieira
21h00 - Companhia Antropofágica
21h30 - Karroça Antropofágica

II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião (2014)

A Antropofágica realizou nos dias 15 e 16 de fevereiro de 2014 (sábado e domingo), das 14h às 22h, no Espaço Cultural Tendal da Lapa (Zona Oeste) a II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião, em referência a I Feira Paulista de Opinião (1968), dirigida por Augusto Boal.


 

I Feira Paulista de Opinião (1968)

 

Em fins de 1968, uma Primeira Feira Paulista de Opinião foi organizada tendo como mote uma pergunta feita aos artistas envolvidos: O que pensa você do Brasil de hoje? O objetivo era apresentar as peças que, empenhadas em responder a essa questão, procurassem aprofundar a figuração crítica e o enfrentamento político do regime.

Alguns dos mais representativos dramaturgos de esquerda do período foram reunidos – Augusto Boal, Bráulio Pedroso, Gianfrancesco Guarnieri, Lauro César Muniz, Jorge Andrade e Plínio Marcos – além de compositores como Ary Toledo, Caetano Veloso, Edu Lobo, Gilberto Gil e Sérgio Ricardo.

O espetáculo foi dividido em dois atos: do primeiro faziam parte Tema, de Edu Lobo; Enquanto o Seu Lobo Não Vem, de Caetano Veloso; O Líder, de Lauro César Muniz; O Sr. Doutor, de Bráulio Pedroso; ME.E.U.U Brasil Brasileiro, de Ary Toledo; e Animália, de Gianfrancesco Guarnieri. Do segundo constavam Espiral, de Sérgio Ricardo; A Receita, de Jorge Andrade; Verde Que Te Quero Verde, de Plínio Marcos; Miserere, de Gilberto Gil; e A Lua Muito Pequena e A Caminhada Perigosa, de Augusto Boal. Dado o número de cortes sofrido pelo texto submetido à censura (setenta e um), a Primeira Feira Paulista de Opinião foi apresentada na íntegra em junho de 1968, mesmo com o veto dos censores, num ato público de resistência.

Em texto intitulado “O Que Pensa Você da Arte de Esquerda?”, escrito para o programa do espetáculo, Augusto Boal procurou mapear as tendências e perspectivas dominantes nos diferentes setores da esquerda naquele momento. O reconhecimento de diferenças servia de preâmbulo para um alerta acerca da necessidade de união estratégica de todos, fosse qual fosse a orientação estética ou política postulada.

 

Maria Sílvia Betti
Em História do Teatro Brasileiro – Volume 2
João Roberto Faria | Direção


 

II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião (2014)


 

A II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião refletiu sobre o Brasil naquele momento, unindo diversas gerações de artistas. Entre os convidados estão alguns dos participantes da Feira realizada em 1968, reforçando a importância do encontro de gerações atuantes no cenário da arte engajada.

O evento contarou com a presença dos seguintes artistas:

Atores, Diretores, Dramaturgos e Poetas
Alípio Freire 
Cecília Boal
Chico de Assis
Dulce Muniz
Iná Camargo Costa
Izaías Almada
Mário Masetti 
Ney Piacentini
Renan Rovida
Rogério Bandeira
Sérgio de Carvalho
Umberto Magnani


Coletivos Teatrais
Bando Trapos
Brava Cia
Buraco D´Oráculo
Cia do Feijão
Cia dOs Inventivos
Cia Estável de Teatro
Cia Ocamorana
Cia São Jorge de Variedades
Companhia Estudo de Cena
Dolores Boca Aberta Mecatrônica de Artes
Engenho Teatral
Grupo Redimunho de Investigação Teatral
Grupo Teatral Parlendas
Kiwi Cia de Teatro
Nosso Grupo de Teatro 
Núcleo Pavanelli de Teatro de Rua e Circo
Pombas Urbanas
Teatro de Narradores
Teatro União e Olho Vivo
Trupe Olho da Rua

I Feira Antropofágica de Opinião

Cartunistas
Alan Siqueira
Novaes 

Coletivos Audiovisuais
Coletivo Cinefusão
Coletivo Zagaia

Músicos
André Bedurê e Elaine Guimarães
Danilo Monteiro e Tita Reis
Juh Vieira
Martin Eikmeier
Renato Gama
Sérgio Ricardo
Tony Giusti
Vagabundos Bundas Bandis
Wanderley Martins

As apresentações dos convidados tiverão como mote a resposta à mesma pergunta: “O que pensa você do Brasil de hoje?”. As cenas, intervenções, músicas e ações partiram de questionamentos políticos e estéticos imbricados na I Feira de Opinião, mas em diálogo com aspectos contemporâneos. Em artigo veiculado no programa da I Feira Paulista de Opinião, Augusto Boal propunha reflexão sobre a arte de esquerda, suas divergências e contratempos no contexto ditatorial, à época fator de impedimento e censura de apresentações. Em 2014, a quantas andava a arte de esquerda? Quais eram as aporias dessa arte no cenário brasileiro? A entrada é gratuita.

O evento integrou o projeto da Cia Antropofágica "Desterrados em nossa Própria Terra", contemplado pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro para Cidade de São Paulo - 22ª Edição.

Sinopse. 

 

O que pensa você do Brasil de hoje? A Antropofágica reuniu artistas de diversas gerações para responder a esta pergunta na II Feira Paulista de Opinião ou I Feira Antropofágica de Opinião.

Ficha Técnica. 

Direção Geral

Thiago Reis Vasconcelos

 

Elenco

Antropofágica

 

Direção Musical

Lucas Vasconcelos

 

Direção de Produção

Maria Tereza Urias

 

Produção

Flávia Ulhôa

 

Artista Gráfico

Alan Siqueira

 

Desing Gráfico

Pablo Pamplona

2017 por Companhia Antropofágica. Todos os direitos reservados.